[Intro] E B7 E C#m B7 E B7E C#m B7 E B7 EB7 Fulgor de tropa no entrevero de um combateE Sabor de mate no romper das madrugadasC#m B7 Mescla de sangue com fumaça de candeeiroA E Clarim campeiro dos tajãs pelas aguadasB7 Sina andarilha e rancho a beira da estradaE Onde a pousada pra um andante será eternaC#m B7 Linha de espera ressojando na barrancaA E Graxa na anca da potrada que se invernaB7 É goela rouca de um cantador flor de taitaE Ronco de gaita Deusa abugra pra os fandangosC#m B7 É um bagual que perde a doma e se retrataB7 A G#m F#m E Na serenatas das esporas e do mangoF#7 B7 Isto é querencia, isto é patria, isto é naçãoF#7 B7 Esta é a razão da liberdade que se acampaA Bbº E Da alma xucra de quem ama este torrãoB7 E Isto é Rio Grande assim moldou-se a sua estampa( E B7 E C#m B7 E B7 E )E B7 Rudes arados rebolcado a terra brutaE Mil reculutas e tropeis de gado alçadoC#m B7 Tiro de laço e boleadeira nos varzedosA E Velhos segredos e um galpão mal assombradoB7 É cancha reta e pataquada nos domingosE Cacho de pingo bem quebrado a cantagaloC#m B7 Olhar matreiro, da morena, china lindaB7 A G#m F#m E Que lembro ainda quando tive que campeá-lo
Estampa
Joca Martins
- A
- B7
- Bbº
- C#m4
- E
- F#7
- F#m
- G#m4
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Tono:
- A
- B7
- Bbº
- C#m4
- E
- F#7
- F#m
- G#m4
Composición: Joca Martins, Eduardo Soares y Fabricio Harden
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