Milongão do Campo Afora
Joca Martins
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Tono:
Am No dia-a-dia da estância quandoDm enfreno pra lidaG7 C As léguas são mais compridas ao seE7 dizer campo aforaAm Com o tinido da espora componhoDm coplas ao trancoG7 Pra demonstrar quando canto oC E7 campeirismo que afloraAm Tordilha, negra, cabana, deDm “visitá" o chinaredoG7 C Guarda consigo segredos da doma eE7 do arrocinoAm Sabendo por próprio tino que se doDm boi cruza o rastroContinúa después del anuncioG7 C Há um taura firme nos bastos e umE7 laço no seu destinoA (De a cavalo sigo ao trancoC#m Bm A7 assoviando uma milongaDm G7 C Remoendo coisas da vida praE7 outros dias que vêmF Repontando algum anseio desgarradoE7 do rodeioAm Ou da ternura de alguém.) Nas lidas manejo o freio conforme aDm volta do diaG7 C A repontar melodias e os maisE7 terrunhos floreiosAm Seja num simples ponteio de umDm pica-pau na tronqueiraG7 C Ou num clarear de boieira quando aE7 noite se anunciaAm E ao findar outro dia de talareioDm de esporasG7 Repouso a esperar a aurora praC E7 encilha de um bom cavaloAm Pois a estampa que falo de gauchadaDm campeiraG7 Se encontra lá na fronteiraC E7 milongueando campo afora