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    Chuva, ve se molha também o lado de lá
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor
    Chuva, ve se molha também o lado de la
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor

    Chora chuva, chuva chega e muda o tempo
    Chuva vem lavando a selva de cimento
    Lava os arrependimentos que ficaram dessa vida
    A onde o sol, aqui na terra e meu guia

    Se chora chuva, e pro bem, e pra lavar
    Peco chuva, pro sertão do Ceara
    Molha o lado de lá, pra reviver
    Pra renascer, pra esfriar

    Pra Natureza respirar

    Na terra do chão rachado, chuva lava a plantação
    Na selva de concreto, chuva trás inundação
    Chuva toca na minha pele, na mente a reflexão
    Dos reflexos
    Denox
    Dessa tal corrupção

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    Ow, cada gota que evapora vai cair aqui
    Do meu suor pra atmosfera
    Rio, lago, praia, sol esquenta
    Sobe o vapor
    Chuva vem cair pra mim

    Chuva, ve se molha também o lado de lá
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor
    Chuva, ve se molha também o lado de lá
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor

    Ha

    Chove, chuva, com essência da beleza, perfeição
    Subestima, presença da natureza, criação, ou destruição
    Tempestade lava a alma do poeta, com inspiração
    Mais também arranca e afoga

    Leva a alma do poeta com dor no coração
    Desidrata o repente, de repente cai no chão
    No chão, só couraças ossadas
    Lembranças, esperanças, colheitas, escassas
    Estacas, carcaças, muito se afogam
    Outros se confortam
    Vários se aquecem entre outros que sofrem de frio
    Morando no fio, discaço da sociedade
    Você fingiu que não viu, tiu, acelerou o vidro subiu
    E o tempo fechou, e a chuva caiu
    No teto incerto, goteiras, amargura lá fora a chuva
    Fortal city a lavoura, meio dia, sol quente
    Vem sente a loucura, ternura
    Se anima, procura

    Suave na rima apesar das agruras, condutas, texturas
    O clima e árido, e necessário chuva tbm lá do outro lado

    Com pá descalço no desembaraço
    No solado, chão rachado improdutivo
    Porra, tá ligado disso

    Chuva, ve se molha também o lado de lá
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor
    Chuva, ve se molha também o lado de lá
    Sabe que esses dias eu tou precisando me acalmar
    Esfriar as armadilhas desse velho amor
    Velho amor

    Información de la canción

    Composición: Jonas Lopes & A Rapa Do Bagulho

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