G Eu fui numa empreitada, que eu nuncaD Imaginava, a pedido de um ricaço,C G Fazendeiro da região, em busca de uma Lenda, numa terra bem distante, atrás deD C G Um cavalo preto cujo nome corcel negro.G Eu sai de madrugada, com mais seteD Companheiros, experientes cavaleiros,C G Caçadores e peões, por estradas perigosas,D Um mapa antigo nos levava, em uma praiaC G Deserta, nosso destino experava.G Quando eu topei com o cavalo vi que eraD C Diferente, além de ser muito estiloso era muitoG Inteligente, todo laço que eu mandava de Algum jeito ele esquivava eu dei um grito deD C G Alerta, pra avisar a pionada.G Nós cercamos o cavalo eu preparei para montar,D C G O cavalo dava coice e relinchava sem parar, o Animal era selvagem era chucro e bravil, meuD C G Coração batia forte com o perigo eu suei frio.G Quando eu pulei no lombo, ai a coisa ficou feia,D C G é poeira que subia e a terra que tremia, foi um Show de esporadas até que ele foi cansando,D C G Devagar foi se entregando, e na rédia foi parando.G Então eu falei pra ele corcel negro eu te domei,D C G Do lugar que eu sai, com o cavalo eu voltei, Entreguei o animal para aquele fazendeiro, euD C G Recebi o combinado, e dividi com os companheiros.
Corcel Negro
Jonatã Lima & Peterete Violeiro
- C
- D
- G
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