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    Saio pela rua cambaleando
    Digo adeus a que não conheço
    Faço uma sorriso angustiado
    Quero ser invisível não quero ser amado

    Entro na tasca entorno o copo que bebi
    Na esperança para o meu estado mudar '
    Afasto os fantasmas que amei
    Num passado onde quero regressar

    Olho à minha volta e vejo o poeta
    O pintor e velho profeta
    Todos cantam a mesma canção
    Aqui todos sangram do coração

    E bebo como um louco como se não houvesse o amanhã
    Põem me veneno no nariz
    Sou tocado sou beijado sou amado
    Agora sou um Homem feliz

    E o Festim começa
    O Diabo não tem pressa
    E a noite continua
    O Diabo espreita na Rua

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    E neste corropio de copos e veneno
    Vem me à memória um velho ditado
    Quem sua cama faz na sua cama se deita
    E eu não quero novamente dormir com o Diabo

    A estranha felicidade apoderou se de mim
    Não quero ser rei neste Festim
    Chocalha os teus ossos prostituta
    Até os teus ossos eu quero roer

    E o Festim começa
    O Diabo não tem pressa
    E a noite continua
    O Diabo agora manipula

    Sim, sim, não, não, toca me, toca me

    E o Festim começa
    O Diabo não tem pressa
    E a noite continua
    O Diabo agora manipula

    Saio pela rua cambaleando
    Digo adeus a todos que conheço
    Faço um sorriso feliz gosto de ser reconhecido
    Gosto ser amado

    Entro em casa ligo a televisão
    Vômito na cama vômito no chão
    Os pensamentos do meu passado
    E penso para mim será que este festim
    Irá continuar amanhã

    Información de la canción

    Composición: Jorge Vadio letra, Jorge Vadio Musica y autoria Jorge Vadio

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