Sangue Ruim

Jorginho Freiva

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    Cresci em uma mansão que mais parecia o inferno
    E finalmente quando me mudei de lá
    Pensei: Pelo menos tenho os meus irmãos
    Mas eu estava muito enganado

    Eu e meus pais passamos por maus bocados
    Naquele lugar que chamavam de lar
    Nós gostávamos da natureza
    Mas odiávamos as pessoas de lá que só sabiam nos maltratar

    Nos humilhar, eles queriam
    É nós matar com seus cachorros infernais
    E as bruxas com seus escravos fieis
    Eu sentia tanto ódio que até me faltou ar

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    Hoje finalmente temos o nosso cantinho
    Onde podemos ser feliz e conseguimos respirar
    A paz que hoje temos não tem preço, eu mereço
    Olham de longe pra gente com muita inveja
    Pois hoje de verdade, temos um lar

    Tenho vergonha das famílias da qual faço parte
    Por isso mudei de nome
    Mas mantenho sempre a minha essência
    Tenha a santa paciência e deixe de ser invejoso seu fuleira
    A sua incapacidade gera a sua inveja não gosta de mim?
    Enfia o seu dedo no seu cu e cheira

    Sempre pensei que tinha irmãos
    Mas não tenho irmãos, não tenho nada
    Só tenho a minha guitarra elétrica e a minha amada mãe
    Que tanto amo e a minha nega branca do meu coração
    Esse 2 são uma amarga decepção
    E dá um ódio de nunca mais querer ver na minha frente
    O b2 foi a pessoa que mais me humilhou em toda a minha vida

    Por causa de sua inveja e falta de talento
    O b3 sempre fala mal pelas minhas costas
    E hoje sei que não posso contar com ele pra nada
    Que saber? Não preciso de vocês

    Preciso do meu Deus e dos meus mestres chorão
    E champs que me protegem e me iluminam
    Me dão luz e me inspiram pra poder exercer o meu dom
    Com todas as minhas forças da minha alma e do meu coração

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    Composition: Jorginho Freiva

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