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    Alço a perna e salto em cima do potro ali palanqueado
    Prendendo a crina entre os dedos eu me ponho enforquilhado
    E dou o primeiro corcoveio já bem firme sobre o lombo
    Cravo-lhe forte as esporas não costumo levar tombo

    Risco desde as paletas correndo até a virilha
    Mostro a força do meu braço sou eu que lhe dou a trilha
    Esqueço um pouco do mundo "aumenos" naquele instante
    E vejo as coisas girando ao descermos num lançante

    E vamos nessa peleia potro e homem, homem e potro
    Corcoveando campo afora um querendo vencer o outro
    E vamos nessa peleia potro e homem, homem e potro
    Corcoveando campo afora um querendo vencer o outro

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    Com o mango surro-lhe o queixo pra não ficar retovado
    E deixo pegar galope, pois sinto que esta domado
    Agora é botar aperos encilhar este potro
    Amanha será outro dia já esta me esperando outro

    Não tenho medo da morte, pois esta não tem maneia
    Mas vou sentar-lhe esporas pra ver se ela corcoveia
    Meu pala soprando ao vento e o campo vai se alongando
    No rumo do infinito quero seguir gineteando

    E vamos nessa peleia potro e homem, homem e potro
    Corcoveando campo afora um querendo vencer o outro
    E vamos nessa peleia potro e homem, homem e potro
    Corcoveando campo afora um querendo vencer o outro

    Información de la canción

    Composición: Sérgio Duarte Tarouco, Nelcy Vargas y Jose Claudio Machado

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