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    Pela tomada de conta, pelo ressaibo do trago
    Pega o violão e o cavalo e deixa o verso em família
    Trabalha a dor oferecida, onde o começo termina

    Guarda esse riso latente e essa ilusão passageira
    Permita ao pampeiro que adentre onde a paixão cria ovelhas
    E passa a beber das nascentes
    Quando a saudade emparelha

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    Olhe de frente o sinuelo
    Banqueando na rédea o pingo
    (Que é pelo lado do laço
    Que se desmontam os gringos.) Bis
    Amarga a vida e o destino pelo atropelo do zaino
    Enfrena de cabresto frouxo
    Os ciscos de alguns cinamomos
    De quebra, arreia por conta uma milonga de campo
    Deixe no mas ao mosquedo, as tambeiras, os graúdos
    E te floreia alpedo, templando a bóia e o jujo
    Como quem renova aperos e incha o peito ao futuro
    Olhe disposto pra estrada, acomoda xerga por xerga
    Mas não te fies por nada na figurama que enxerga
    Virando à toa os tarros numa mangueira de espera

    Información de la canción

    Composición: Mauro Moraes

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