Mata Molhada

José Fortuna

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    Mata molhada – de chuva
    Chuva que cai – no sertão
    Sertão coberto – de nuvem
    Nuvem cobrindo – meu chão

    A gota d´agua na folha
    Pingando sobre uma flor
    Também dos olhos chorando
    Pinga meu pranto de dor
    Mata molhada dá vida
    Pra vida da natureza
    Pranto molhando meu peito
    Retrata minha tristeza

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    As avezinhas na mata
    Após a chuva passando
    Anunciam primaveras
    Nas flores desabrochando
    A tempestade de mágoa
    Que chove dentro de mim
    Matou as flores que eram
    Da minha vida um jardim

    Após a chuva, a folhagem
    Os seus cabelos enfeitam
    E os insetos anunciam
    Pro ano boa colheita
    Eu plantei e não nasceu
    No solo duro da dor
    E perdi com seu desprezo
    Minha colheita de amor

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