Cosmos

Jotapê

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    Eu sou a própria harmonia universal
    A própria hegemonia universal
    Já sofri, já cai, desisti e resisti
    Nem por isso hoje eu sou a Universal
    Sou a própria agonia habitual
    (Sou a própria agonia habitual)
    Para um cérebro morto, flor restou
    Preservado igual horto florestal

    Totalizo todo universo aqui dentro
    Por isso que eu me sinto um cosmo
    Sem medo de buracos negros porque já me sinto à frente do tempo
    Meu maior defeito é ser desse jeito
    Fatídico e presunçoso
    Distante da inveja e do ódio e
    Sem arrependimento
    Ao fechar dos olhos

    Ao abrir os óleos frito pensamentos
    Ao abrir os óleos frito pensamentos
    Ao abrir os óleos frito pensamentos
    Ao abrir os óleos frito pensamentos
    E ao abrir os olhos somente o que vejo são

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    Cosmos e cosmos e cosmos e cosmos e cosmusicais
    Com as músicas músicas músicas músicas trago a paz
    Cosmos e cosmos e cosmos e cosmos e cais
    Com as músicas músicas músicas músicas trago a paz

    E eu, nunca quis ser astronauta
    Mas sei que as vezes preciso de espaço
    Foguete não dá ré, combustível minha fé
    Meu destino é o sucesso
    Minha acrofobia não me permite
    Olhar pra baixo
    Talvez por isso que eu não enxergue meus adversários

    Constelações não se fazem sozinhas
    Planetas sumindo nessa neblina
    Eu sei que minha voz sempre ilumina
    E segundo John Green
    Isso é culpa minha

    Cosmos e cosmos e cosmos e cosmos e cosmusicais
    Com as músicas músicas músicas músicas
    Trago a paz
    Cosmos e cosmos e cosmos e cosmos e cais
    Com as músicas músicas músicas músicas trago a paz

    Song details

    Composition: Pedro Senna, Ludovico, and Jotape

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