Doce Sereia

Joyce Moreno

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    Falo de ti
    Dama que nunca se viu
    Nunca o teu nome
    Alguém já repetiu
    Fada ou sereia
    Em mil carnavais
    Ela jamais
    A mesma máscara vestiu

    Falo de ti
    Sempre passeias aqui
    No calçadão
    Da praia de Aparição
    Deusa de areia
    Quem nunca te viu
    No branco mar
    Que a tua imagem refletiu

    Ô, beleza
    Por que sambar assim?
    Sem repetir nem
    Um só passo
    Sem chão
    Num compasso sem tempo
    Sem ter um fim

    Ô, beleza
    Por que te amar assim?
    Boca que beija
    Sem os lábios
    Teus olhos fechados
    Olham pra mim

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    Pra te encontrar
    Quanto terei que andar
    Quanto sofrer
    Quanto saber
    Que você não virá
    Pra te deixar
    A quem dizer adeus?
    A minha voz
    Repetirá os gritos meus

    Quero te ouvir cantar
    Doce sereia
    Vou me deixar levar
    Por amor

    Vamos juntos nadar
    Na maré cheia
    Quem não morre no mar
    Morre na areia (2x)

    Vênus, Iemanjá
    Que rosto esconderá
    O véu dos nomes
    Que tentam dizer
    O que não se pode ver, não
    Vamos viver nós dois
    Sem antes nem depois
    Pingos de chuva
    Entre a nuvem e o chão
    Esse é o nosso enredo

    O que eu quero é sambar
    Venha ser o meu par
    Eu peguei tua mão
    Pra nunca largar
    Pra nunca largar

    Información de la canción

    Composición: João Bosco y Francisco Bosco

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