[Intro] C#m A F#m G#C#m A No eninhar do emaranhado, por dentro cordão por dentroF#m Do lado do outro lado, passando dedo por dedoG# Formando novo quadrado, losango feito de elásticoC#m O risco de amar no mínimo, o risco de amar no máximoA O Sol não acende vela, singela flor na sacadaF#m Só ela somente ela grafita minha calçadaG# Janela da minha cela, cartela já premiadaE Metade de tudo é tudo, metade de nada é nadaB Me empreste seu arquipélago, juro que te devolvoC° C#m Nem tudo que a onda leva merece voltar de novoG#7 Tem sal que talvez adoce, açúcar que as vezes salgaE Palavra que é feito língua, tem língua que é feito facaB Comida que não enjoa, viagem que não tem malaC° C#m Tem grito que não ecoa, silêncio que as vezes falaG#7 No emaranhado da rede medida deveras drásticaC#m Alguém que matasse a sede com um gole de soda cáusticaA Lá no emaranhado antenas por sobre os prédiosF#m Pessoas nos formigueiros doentes dos seus remédiosG# Há fios desencapados, fagulhas nos seus palheirosC#m Os sonhos ficam guardados na fronha dos travesseirosA De si só se sai a nado, nó cego dando em cabeloF#m De um jeito tão complicado, quem saberá desfazê-lo?G# Quem é que encontraria na ponta do seu noveloE A dor de um milhão de dores doendo no cotovelo?B Se tudo que assanha é sonho, nem tudo que ata, desataC° C#m Se tudo que jorra é jorro, nem toda conta é exataG#7 Se todo xis é tesouro, nem todo abraço é gravataE As vezes parece ouro mas na verdade é de prataB Comida que não enjoa, viagem que não tem malaC° C#m Tem grito que não ecoa, silêncio que às vezes falaG#7 No emaranhado da rede medida deveras drásticaG#7 C#m Alguém que matasse a sede com um gole de soda cáusticaA Meu olho no seu ferrolho, seu dente na jugularF#m Da vida só vale o molho e a chuva pra se molharG# Espero de sobremesa, na falta de boa asaC#m Que o vento e a correnteza levem de volta pra casa
Emaranhada
Juliana Linhares
- A
- B
- C#m4
- C°
- E
- F#m
- G#
- G#74
Tono: