Estampa
Juliana Spanevello
- A
- B
- Bm
- C#m4
- D
- E
- F#m
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Tono:
[Intro] A E A F#mE A E A Fulgor de tropa no entrevero de umE combate Sabor de mate no romper dasA madrugadasF#m Mescla de sangue com fumaça deE candeeiroD E Clarim campeiro dos tajãs pelasA aguadas Sina andarilha e rancho beira deE estrada Onde a pousada pra o andante seráA eternaF#m Linha de espera ressojando naE barrancaD E Graxa na anca da potrada que seA inverna É goela rouca de um cantador flor deE taitaContinúa después del anuncioRonco de gaita, deusa bugra doA fandangoF#m É um bagual que perde a doma e seE retrataE D C#m Bm A Prá serenata das esporas e do mangoB Isso é querência, isso é pátria,E isso é naçãoB Essa é a razão da liberdade que seE acampaD Na alma xucra de quem ama esseA torrãoE Isto é Rio Grande, assim moldou-seA a sua estampa( A E A F#m )( E A E A )A Rudes arados, rebolcando a terraE bruta Mil reculutas e tropéis de gadoA alçadoF#m Tiro de laço e boleadeira nosE varzedosD Velhos segredos de um galpão malA assombrado É cancha reta e patacoada nosE domingos Cacho de pingo bem quebrado à`A CantagaloF#m E Olhar matreiro da morena china lindaE D C#m Que eu lembro ainda quando tiveBm A que campeá-loB Isso é querência, isso é pátria,E isso é naçãoB Essa é a razão da liberdade que seE acampaD Na alma xucra de quem ama esseA torrãoE Isto é Rio Grande, assim moldou-seA a sua estampa