• A
  • B
  • Bm
  • C#m
    4
  • D
  • E
  • F#m
Continúa después del anuncio
Tono:
[Intro] A E A F#m
E A E A Fulgor de tropa no entrevero de um
E combate Sabor de mate no romper das
A madrugadas
F#m Mescla de sangue com fumaça de
E candeeiro
D E Clarim campeiro dos tajãs pelas
A aguadas Sina andarilha e rancho beira de
E estrada Onde a pousada pra o andante será
A eterna
F#m Linha de espera ressojando na
E barranca
D E Graxa na anca da potrada que se
A inverna É goela rouca de um cantador flor de
E taita
Continúa después del anuncio
Ronco de gaita, deusa bugra do
A fandango
F#m É um bagual que perde a doma e se
E retrata
E D C#m Bm A Prá serenata das esporas e do mango
B Isso é querência, isso é pátria,
E isso é nação
B Essa é a razão da liberdade que se
E acampa
D Na alma xucra de quem ama esse
A torrão
E Isto é Rio Grande, assim moldou-se
A a sua estampa
( A E A F#m )
( E A E A )
A Rudes arados, rebolcando a terra
E bruta Mil reculutas e tropéis de gado
A alçado
F#m Tiro de laço e boleadeira nos
E varzedos
D Velhos segredos de um galpão mal
A assombrado É cancha reta e patacoada nos
E domingos Cacho de pingo bem quebrado à
`A Cantagalo
F#m E Olhar matreiro da morena china linda
E D C#m Que eu lembro ainda quando tive
Bm A que campeá-lo
B Isso é querência, isso é pátria,
E isso é nação
B Essa é a razão da liberdade que se
E acampa
D Na alma xucra de quem ama esse
A torrão
E Isto é Rio Grande, assim moldou-se
A a sua estampa
Información de la canción

Composición: Zulmar Benitez y Anomar Danubio Vieira

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