O Rei da Noite

Juracy e Marcito

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    Começa escurecer
    Mais um dia terminando
    Eu saio do meu abrigo
    Em outro abrigo eu vou entrando

    E naquele ambiente
    Que as luzes são quase mortas
    Os boêmios vão gritando
    O rei da noite está de volta

    Eles não conhecem o peso
    Da cruz que estou carregando
    Quem olha em meu sorriso
    Não compreende que estou chorando

    Eu vejo um rostinho meigo
    De uma linda criatura
    Em cada taça que ergo
    Brindando minha amargura

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    Quem conhece minha vida
    Não conhece minha história
    Daquela dura contenda
    Foi do rival a vitória

    Ele também já perdeu
    A taça tão desejada
    Agora vejo o troféu
    Entre os boêmios da madrugada

    Eles não conhecem o peso
    Da cruz que estou carregando
    Quem olha em meu sorriso
    Não compreende que estou chorando

    Eu vejo um rostinho meigo
    De uma linda criatura
    Em cada taça que ergo
    Brindando minha amargura

    Quem conhece minha vida
    Não conhece minha história
    Daquela dura contenda
    Foi do rival a vitória

    Ele também já perdeu
    A taça tão desejada
    Agora vejo o troféu
    Entre os boêmios da madrugada

    Información de la canción

    Composición: Marcito y Célia Fortuna

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