Madrugadas de Dor

Juscelino e Juscelito

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    Num casebre triste de uma rua escura
    Brilha a luz vermelha constantemente
    E neste recanto vive uma mulher
    Que outrora foi a flor deste ambiente

    Esta criatura que ali padece
    Aos poucos envelhece sem ter mais amparo
    Nos anos passados teve um rico posto
    Só por ter no rosto um encanto raro

    Ela possuiu tudo quanto quis
    Foi muito feliz, teve um doce lar
    Mas com o orgulho de graciosa dama
    Os degraus da fama chegou conquistar

    Continúa después del anuncio

    E nas madrugadas entre os boêmios
    Tinha como prêmio sempre um novo amor
    E sem perceber que o presente passava
    A ela restava uma grande dor

    Hoje abandonada pelos companheiros
    Só o desespero vem lhe abraçar
    Chora ao ver as rugas cobrir o seu rosto
    Sente um tal desgosto por não ter um lar

    E neste casebre vai morrendo aos poucos
    Nem sequer um louco a quer por esposa
    E a luz vermelha brilhando na porta
    Mostrando a derrota de uma mariposa

    Información de la canción

    Composición: Rubens Avelino y Mineiro

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