Cobiça

KãoMC

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    Sapiens em estado perplexo, ação sem nexo
    Nuvens de ego convexo insistem em omitir o reflexo
    O tempo gasto num falar vazio, entenda a senda
    Como é nefasto o poema sombrio que está à venda.

    Linhas errôneas vem a tona quando a cédula chama
    Onde afunda alma na lama por tudo que traz a fama
    A sinfonia da nota provoca a hipnose do sujeito
    É suspeito o seu jeito de achar seu erro perfeito.

    Adormece o seu sentir, desperta o seu querer
    E é por tanto pensar em ter que ofusca o seu ver
    Oque dizer, a uma carcaça robótica comercial?
    Enquanto apagas tua essência, reluz minha ótica universal.

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    Natural, seria esse cosmo onusto de purezas
    Mas na real, injusto. Só enaltecem as impurezas
    Em cada noite fria, eu dignifico a caligrafia
    Uns usam papel pro trago e eu uso pra poesia.

    Insaciavelmente o foco é corporal e irracional
    Mal chega a ser soldado e já pensa em ser general
    Sintam o bem e se libertem, não sejam reféns
    O "plano b" é oque te falta, o "plano a" é o que tu tens.

    Bens, não são o sucesso desse processo, que
    Te dá acesso ao ingresso do retrocesso, que
    Gera o excesso de indivíduo possesso, que
    Impede que o bem reine dentro de você.

    Estenda sua mão perante o semblante de seu semelhante
    Essa união, então, profere vigor ao importante
    Simples incógnita, irmão, a equação da soma
    É o amor, o mais belo sintoma em qualquer idioma.

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    Composición: Kão

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