Lavando As Mãos

Karçaz

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    Uma faca no canto da mesa
    Uma voz em minha mente
    Eu agarro ela e deixo na brasa
    Até que ela fique bem quente
    A sede por sangue é indomável
    Auxílio divino, a realidade dobrável
    O escarlate derrama, o vermelho se esparrama

    Mato aqueles que eu subjugo
    E a alma deles eu expurgo
    Para o submundo
    Dos fracos impuros
    É minha forma de cobrar juros
    Dilacerando os chulos
    Abrindo seus corpos impuros

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    Lavando as mãos com sangue
    Da mesma forma que bebo o rúbeo
    Desovo os corpos no mangue
    Após usar a faca de áureo
    Depois das almas eu trucidar
    Enfim assim poderei descansar
    Descansando sem remorso
    Após meu obsesso

    Lavando as mãos com sangue
    Após ceifar vidas perdidas
    Agora descansando sem vida
    Mato aqueles que eu subjugo
    E a alma deles eu expurgo
    Minha forma de cobrar juros
    Dilacerando os chulos
    Abrindo seus corpos impuros

    Información de la canción

    Composición: Profanus Damasus

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