Cordeona

Kayke Mello

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    Minha cordeona genuína
    Cada botão um segredo
    No campo deste teu fole
    Reponto amores, recuerdos
    E sempre busco tua sanga
    Pra matá a sede dos dedos!

    No fole desta cordeona
    Um manancial cancioneiro
    Ecoa o rincho d’um potro
    O berro dalgum terneiro
    E um grito antigo de forma
    Terrunha voz do potreiro

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    Uma querência de antanho
    Com cismas de redomona
    Se aquerenciou nesta gaita
    Com todo jeito de dona
    E o Rio Grande é mais gaúcho
    No fole desta cordeona!

    No fole desta cordeona
    Varzedo e rancho barreado
    O mesmo barro das tropas
    Que outrora foi pisado
    E um rangido de carreta
    Deixando o pago riscado

    Minha cordeona genuína
    Exala a maula fragrância
    Dalgum arreio suado
    Que vem sovando a distância
    O fole desta cordeona
    É a voz rural das estâncias!

    Información de la canción

    Composición: Kayke Mello y Vitor Lopes Rineiro

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