As Cruzadas
Kirimbawa
Quantos soldados estão na linha de frente
Quantos dos seus irmãos enterramos como indigentes
Quantas crianças pegaram um 38
Quanta covardia a marcada em seu rosto
A dor vem da intolerância
Criança sem infância sem esperança
As lágrimas se misturam ao sangue
Por um instante, sonho de liberdade
Olhe para o alto, destruição de norte a sul
Céu tão colorido, misseis rasgando o azul
Não tenha medo da poeira atômica
Se não for assim, será à metralhadora
Se não bastasse a guerra pelo pão
Temos que lutar também com armas nas mãos
Vamos a guerra, a guerra santa
Santa ignorância, vamos as cruzadas
O céu cinza
Sinto muito mas preciso te levar, te acariciar com o cano da metralhadora
Um brinquedo partido, um anjo caído, ouça a beleza dos gritos
Música sagrada para nossos ouvidos