Sem Nome

Kirimbawa

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    Uma menina descalça, com pote plástico
    Fantástico é a poética, esperança no olhar
    O doente com a bandeja, em suas mãos
    Um dia de cada vez, há morte da ilusão

    Um cadeirante velho, um mendigo triste
    À comida simples um sorriso que se lança
    Um menino no colo da mãe chora alimento
    Um flagelo, sacolas de plástico sujas de asfalto

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    Há homens que não acordam cedo
    Há vultos com fome e medo
    Há quem apenas vai vivendo

    Mesmo com dor em mim, o ódio em combustão, sem nada nas mãos, não vou parar de lutar
    Siga por aqui, não se curve assim, o Sol vai chegar, nada vai nos triturar

    Información de la canción

    Composición: Romney Mesquita

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