Forjado

Kohva

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    A paz foi como um tiro
    Amordaçada, pelo amarelo de pelo na cara
    Sorriso sarcasmo
    Ao ver meu adorno, a Garrucha, dispara
    Era calor, agora nem morno
    Frio lamentado, inquilino da dor
    No breu, afogado
    Viver, ambição
    Alerta de medo, estou morto e sedento
    Transformado vivo em abominação
    Arrastado para a escuridão
    Sangrando a vir a memória
    Abraço de frio e forca
    Combate, resisto
    Da mata, da seiva, do cerne, da história
    Forçado a matar, forçado a correr, Forjado

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    Mortalhas Revoam
    Mostra o rastro putrefo
    Espalhados por folhas, de tudo que vê
    Pedaços de homens
    Carne, devorados
    Gritando por deuses e mães
    A esperar o instante do real e esmagador aceitar
    Que o mundo é sádico e você quer ser imortal

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