O Lamento do Violeiro

Leandro Thomaz

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    Resistência!
    Vamos salvar o cerrado brasileiro
    Em meu campo, o sabiá
    Chora ao acompanhar
    O lamento do violeiro

    Oh viola
    Só você que me restou
    Não consigo nem chorar
    E até meu choro acabou
    Desde que o rio secou
    Que a lavoura morreu
    Que a terra rachou
    Que meu boi se abateu
    Só você que restou, oh viola
    A água que daqui brotava
    O solo da nação banhava
    Trazia vida ao cerrado do Brasil
    Este cenário que o homem destruiu

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    Onde antes tinha mato, hoje em dia já não há
    Onde antes tinha bicho, hoje em dia já não há
    Já não mais se vê a sombra do frondoso jatobá
    Já não mais se vê correr o veloz lobo-guará

    O índio que é dono da terra
    Legado é miséria e a escravidão
    O branco é como uma peste
    Se espalha sem freio, traz destruição
    E a natureza sofre com a exploração
    A vegetação mudou (oh meu Deus)
    O negócio quer lucrar (oh meu Deus)
    Onde existia vida
    Tem veneno em cada canto a devastar (meu lugar)
    Te suplico por favor (oh meu Deus)
    Me dê forças pra lutar
    Ouça o canto da Ungidas
    Não deixe o paraíso se acabar

    Información de la canción

    Composición: Victor Nowosh

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