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    Dos desejos mais abjetos, que transformam pessoas em objetos
    Nos sonhos tão egoístas, onde o poder escurece as vistas
    O mundo sem as diferenças, achatado, plano em crenças
    A vida sem nenhum valor, vira piada de mau gosto sem pudor

    Não dá mais pra saber o que é verdade
    A moral confundida com vaidade
    A história virada pelo avesso
    Não tem fim nem começo
    Nos tempos da razão absoluta
    Cada um com sua própria luta
    Todos são cobertos de razão
    Cada um por si, em nome de uma nação

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    Onde anda aquele sujeito doce?
    Que se fora!
    Aquela gentileza de sorriso leve?
    Que se fora!
    O sentimento que sempre trouxe?
    Que se fora!
    O coração para que releve?
    Que se fora!

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