Pátria de Campo
Leôncio Severo
- A
- A7
- B7
- C#7
- C#m4
- D#m7(5-)
- E
- F#m
- G#74
- G#m7(5-)
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Tono:
[Intro] C#m C#7 F#m B7 E AD#m7(5-) G#7G#m7(5-) C#7 F#m B7 E AFrase C#mC#m G#7 Um jeito “paysano" de sentar as garrasC#m E o vento por farra tapeando o sombreiroG#7 De algum entrevero a coragem e o tino Topando o destino se forja umC#m fronteiroB7 Destapo mistérios na cisma da estradaE Campeando pousada num rancho floridoC#m A7 G#7 Bem donde a saudade se afoga na aguadaC#m Da boca pintada de um beijoC#m, G#7, C#m perdidoG#7 Rio Grande vaqueano, minha pátria de campoC#m Sereno me acampo, com a alma num versoContinúa después del anuncioA7 G#7 Levanto morada num sul que é sinuêloC#m Juntando “peçuelos" que andavam dispersosC#7 Rio Grande vaqueano, minha pátria deF#m campoB7 E Querência de tantos, iguais nesta lidaC#m A7 G#7 De pampa, cavalo, estância e rodeioC#m Que o choro do arreio é cantiga de vidaC#m A volta me aperta e eu dobro aG#7 paradaC#m Pois tenho uma eguada que é até um desaforoG#7 Esmagam novilho na boca do breteC#m E chegam de frente nas aspas do touroB7 Se o tempo se enfeia na cãibra do laçoE É num "cavajaço" que se aponta o rumoC#m A7 G#7 Serviço "hay" de sobra, pra quem tem origem!C#m No fio da "Solingen" é que berra oC#m, G#7, C#m consumoG#7 Rio Grande vaqueano, minha pátria de campoC#m Sereno me acampo, com a alma num versoA7 G#7 Levanto morada num sul que é sinuêloC#m Juntando “peçuelos" que andavam dispersosC#7 Rio Grande vaqueano, minha pátria deF#m campoB7 E Querência de tantos, iguais nesta lidaC#m A7 G#7 De pampa, cavalo, estância e rodeioC#m Que o choro do arreio é cantiga de vida
Composición: Anomar Danubio Vieira y Leôncio Severo
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