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    Fera é o homem, que na lida se abaguala
    E por ser fera, na forma um potro fera embuçala
    Fera é o potro, corcoveando campo afora
    Sentindo o peso dos bastos berrando à pua da espora

    Fera é a espora, riscando a carne do potro
    Mostrando o sangue pro campo pra que o campo lhe mande outro
    O campo se torna fera quando o inverno estende o braço
    Fazendo verter o banhado, dando serviço pro laço

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    O laço também é fera, quando dos tentos desata
    Juntando o boi contra o chão... por mais que ele mande pata
    É fera o boi que atropela, quando alguém tenta apartá-lo
    Num refugo de mangueira, se vem de encontro ao cavalo

    São feras mas se amansam, se mais adiante bombeá-los...
    O homem mateia quieto e o potro se faz cavalo
    A espora no cavalete perde a fúria do garrão
    E o campo racha a vertente quando se achega o verão
    O laço se mal cinchado rebenta qual brincadeira
    E o boi atropelador se ajoelha pra carneadeira

    São feras, mas se amansam...

    Información de la canción

    Composición: Leonel Gomez y Rogerio Avila

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