Calavera

Leonel Gomez

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Tono:
Int: Em B7 Em E7 Am Em B7 Em B7 Em B7 Em a adaga no rumo certo
B7 donde pulsa o sangrador, não há espaço pra dor
Em e a sangria se apresenta no calor rubro que aquenta
E7 Am o grito do desaforo,
B7 que a honra de um índio touro
Em na prateada se sustenta!
B7 Em calavera! foi o grito,
B7 Em no ranchito de má fama,
E7 Am dos pingo atado nas trama
D7 G ficou uma baia lunanca,
B7 Em com o poncho por riba d'anca
B7 Em que muito serviu de abrigo
Am Em pra o maula que foi ferido
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B7 Em de morte, por arma branca! comércio de tava e truco canha branca e china pobre a donde se jogam uns cobre toreando a volta da sorte... DECLAMADO mas nunca se perde o norte tampouco se facilita pensando no que se grita, pra não se topar com a morte! SEGUE: Em B7 Em B7 Em B7 Em B7 Am G B7 Em
B7 mas nunca se perde o norte
Em tampouco se facilita
B7 pensando no que se grita,
Em pra não se topar com a morte! Int: Em B7 Em E7 Am Em B7 Em B7 Em B7 Em
Em o corpo no chão de saibro
B7 C B7 e o baralho sobre a mesa... foi a falta de destreza
Em e o grito de desacato,
E7 que mataram o mulato
Am nesta carpeta frontera,
B7 pois, todos são calavera,
Em mas nenhum carrega o fato!
B7 Em depois chegaram os milico
B7 Em e o pançudo comissário,
E7 Am souberam por comentário
D7 G e a história, nem que não queira
B7 Em se quedo por verdadeira
B7 Em resumida ao chão batido
Am Em - que um maula tinha morrido,
B7 Em na adaga d'um calavera!
Am Em - que um maula tinha morrido,
B7 Am G B7 na adaga d'um calavera
Em B7 Em
Información de la canción

Composición: Leonel Gomez y Rogerio Avila

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