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    Meus dedos são corcéis
    Pelo teu corpo corcoveando
    Pelo vale entre dois montes
    Pelas ancas de coxilhas onduladas
    Busco encontro
    Saciar-me em tuas fontes

    Disseram a lo largo
    Que o gaudério só é homem
    Para o lombo do cavalo
    E a quem diga
    Que não tenha nem coração
    Só se emociona
    No estrondo do pealo

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    Homem rude dos fundões
    Da pampa imensa
    Cinchava a vida
    Calejando a minha mão
    Em meus sonhos no galpão
    Na noite densa
    Te vejo e sinto
    Apertada ao coração

    E em cada taipa
    De açude abandonado
    Em cada fundo abandonado
    De rincão
    Te apeio rica
    Da garupa do meu flete
    E me rodilho no teu corpo de ilusão

    Información de la canción

    Composición: Jeronimo Jardim y Ac Machado

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