Cores do Axé

Leozinho Nunes

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    Traços no compasso do infinito
    Magia das cores ao som de tambores
    Matizes se encontram na encruzilhada
    A vida se cria, floresce nossa morada
    Despontam os galhos no chão do Ayê
    Toque de Olodumarê

    Quando oxossi gira em terra, é flecha de guerra
    Alastra o fogo que entrelaça no trovão
    Gira yaô ao cantar da bela oxum
    Na imensidão do mar, meu verde beija o azul

    Ele é obá da curimba feiticeira
    Risca ponto no alujá, risca vida na madeira

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    Que dá um nó emanando sentimentos
    Na palha tem orixá, é talha, assentamento
    No couro mãos de sangue de Ogã
    Padê pro santo, Atotô Xapanã
    Ê erê na beira do Rio vermelho
    Curumim deu gargalhada
    Tem benjoim, água de cheiro
    Na arte emoldurada
    Império, resistência a cor da noite
    O mestre-sala que nunca teme açoite

    E quando tingem verde e branco na avenida
    É cortejo de vitória, desce o Morro da Formiga

    Filho do axé, protegido de oxalá
    Sou império da tijuca, você tem que respeitar
    Nessa aquarela desenhei meu pavilhão
    Nada apaga nossa história, é noite de coroação

    Información de la canción

    Composición: Thiago Meiners, Tem-Tem Jr, Richard Valença, Diego Nicolau, Valtinho Botafogo, Fábio Turko, Romeu Almeida y Vítor Rangel

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