Com Picumã dos Fogões
Lisandro Amaral
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Tono:
( A E7 A E7 )A Cordeona antiga, com picumã dos fogões, donde As bugras reduções num bronze,E7 ensino calado Me fez soldado, abrindo o fole infinito pra os índios Que prendo o grito no colo doA descampadoA Cordeona antiga, com picumã dos fogões, donde As bugras reduções num bronze,E7 ensino calado Me fez soldado, abrindo o fole infinito pra os índios Que prendo o grito no colo doA descampadoD Sobram guitarras, e eu te prefiro, cordeona Voz infinda que é diploma por xucroA hino de guerraF#m Me fiz guerreiro, abrindo o fole, eBm meu grito são índiosE7 Que o infinito mantém no fértil daA terraContinúa después del anuncioE7 Te abro ainda, com reduzinaA linguagem, que embala aquiE7 A A coragem que não aceita mudançaD Entrei na dança pra reajustar oA fandangoE7 E, em vez de estalo de mango,A prefiro o cheiro da trançaD Entrei na dança pra reajustar oA fandangoD E, em vez de estalo de mango,A prefiro o cheiro da trança( A E7 A E A E A D A E A )A Sobram cordeonas, e os pulsos firmes floreiam tempos novosE7 Que semeiam antigos hinos de guerra Tu és guerreira, te abres pra o infinito quando o tempo Prende o grito, mantendo o som destaA terraA Cordeona antiga, com picumã dos fogões, donde As bugras reduções num bronze,E7 ensino calado Me fez soldado, abrindo o fole infinito pra os índios Que prendo o grito no colo doA descampadoD Sobram guitarras, e eu te prefiro, cordeona Voz infinda que é diploma por xucroA hino de guerra F#m bm Me fiz guerreiro, abrindo o fole, e meu grito são índiosE7 Que o infinito mantém no fértil daA terraE7 Te abro ainda, com reduzinaA linguagem, que embala aquiE7 A A coragem que não aceita mudançaD Entrei na dança pra reajustar oA fandangoE7 E, em vez de estalo de mango,A prefiro o cheiro da trançaD Entrei na dança pra reajustar oA fandangoD E em vez de estalo de mango,A prefiro o cheiro da trança