[Intro] G C D7 G C D7 GC G Avisto quincha e torrão num povoado em São MartinG#° Am D7 G Vejo um pedaço de mim extraviado n'outra eraG7 C G Foi morada, hoje espera poetizando agoniasG#° Am D7 G Pois no museu destes dias não nos vale ser taperaG7 C Tomba a quincha, rompe o barro qual um pranto terminalG Do abrigo tradicional trincheira perante a guerraG#° Am Hoje um semblante que encerra depois do ser e o partirD7 C D7 G Há um destino a seguir...todos voltamos pra terraEm B7 E E7 Eu que venho de cruzada desgastando nazarenasC D7 G Matrereio as mesmas penas deste rancho a desabarG#° Am D7 G Tenho ausências no olhar e a alma a sombra do versoC D7 Em D7 G Me sinto mais que o universo quando me ponho a cantar[Intro] G C D7 G C D7 GC G Estas cenas que me abrem consciencia para o passadoG#° Am D7 G Pára o mundo do outro lado na querência de quem parteG7 C G Mais sincero será o mate sem refugos por bandeiraG#° Am D7 G A alma olha a porteira quando Deus faz o aparteC Aceno o lenço e rumo por onde o extinto trilhaG Enforquilhando tropilhas redomoniando quimerasG#° Am Até encontrar minha era sem ausências no olharD7 C D7 G Felizmente guitarrear, num grande céu sem taperaEm B7 E E7 Eu que venho de cruzada desgastando nazarenasC D7 G Matrereio as mesmas penas deste rancho a desabarG#° Am D7 G Tenho ausências no olhar e a alma a sombra do versoC D7 Em D7 C D7 G Em Me sinto mais que o universo quando me ponho a cantar
De Cruzada
Lisandro Amaral
- Am
- B7
- C
- D7
- E
- E7
- Em
- G
- G#°
- G7
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