E Transportei - me ao tempo largo dos tribais e tolderiasF#m B7 Poder que tem a poesia de ir onde a alma imploraE A Alma que vem e que chora com saudade do seu tempoB7 E É a mesma alma do vento, que nunca sabe onde moraE Desencilhar - tempo novo é acordar primaveraF#m B7 Ressuscitar as taperas quinchadas pela existênciaE A É despertar muita ausência e andar sovando badanaContinúa después del anuncioB7 E E7 Numa milonga pampeana, saber a voz da querênciaA E Veja a luz da minha estrada refletir na estrela antigaA E Do meu picaço que abriga florão de lua na fronteF#m G#m E sabe dos meus repontes por andar há muito tempoF#m B7 E Seguindo o rumo do vento que sopra os meus horizontesE E aqui estou - tempo velho- cruzando o portal da vidaF#m B7 Quem sonha buscar guarida sabe os motivos que imploroE A Sabe dos versos que choro com saudade do meu tempoB7 E Por ter a alma do vento também não sei onde moroE Porém eu sei dos andantes, suas almas e seus medosF#m B7 Das lágrimas e segredos que habitam as madrugadasE A Porque a vida é uma estrada, passo -a - passo pelo ventoB7 E E7 Onde só a mão do tempo sabe o fim da caminhada
Milonga de Tempo e Vento
Lisandro Amaral
- A
- B7
- E
- E7
- F#m
- G#m4
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