Pela Voz do Campo
Lisandro Amaral
- A
- A7
- B7
- Bm
- D
- E7
- F#m7
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Tono:
A E7 Amigo os ventos, já andavam brabosA Calando antigos, ancestrais e taitasF#m7 Bm Quando saltamos, de guitarra e versoE7 A Trançando almas, nos botões da gaitaA E7 Se o barbicacho, deste jeito antigo Firmou dos ventos, nossos "gens"A vaqueanosF#m7 Tenho a certeza, de que nãoBm morreremosE7 A Na voz terrunha, de um guri pampianoA7 D Sobram rancheiras, nascem chamarritasContinúa después del anuncioA Prendas bonitas molham coraçõesBm Quando meu verso ganha céu e estrelaB7 E7 Na luz da alma das tuas canções( D A Bm E7 A A7 D ABm E7 A ) Ganhei mais alma, quando os teus acordes Banharam puros, simplesmente os frutos Que plantamos livres para os que passaram E cantar aos que ficaram Ouvindo um canto esperança E tudo o que foi lembrança Rancheiras, chamarritas Vaneiras, toadas bonitas Pra continuarmos a trança De todo laço esperança Que traz na armada a riqueza Que tem a luz e a firmeza No olhar de cada criançaA E7 Por certo a noite, feiticeira amigaA Se fez luzeiro, n'algum pirilampoF#m7 Bm Cai um poema, oração e cantoE7 A Missão guerreira, pela voz do campoA7 D Sobram rancheiras, nascem chamarritasA Prendas bonitas molham coraçõesBm Quando meu verso ganha céu e estrelaB7 E7 Na luz da alma das tuas canções