Picaço Oveiro
Lisandro Amaral
- A
- B7
- C#m4
- E
- E7
- F#m
- G#74
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Tono:
E Oveiro-negro picaçoB7 E Cabresto firme na cinchaB7 Igual ao vento relinchaE Luzindo as bragas do pêloB7 Há muito sonhava tê-loE Junto aos preparos de prataA E Pra luzir nas serenatasB7 A E De algum motivo sinueloE Império "gaúcho" que levaB7 E A liberdade andarilhaB7 Clarim do tempo em vigíliaE Que se amansou pela crençaB7 Do índio que em renascençaContinúa después del anuncioE Voltou ao campo em teu nomeA E Porque morrer não consomeB7 A E Quem fez do campo querênciaG#7 Sereno nas serenatasC#m Será meu picaço oveiroG#7 Igual ao vento PampeiroF#m Nas precisões de andejarE E se careça rondarC#m Os meus silêncios tropeirosA E Saberá meu pingo oveiroB7 E7 (E) O que diz o meu cantar Declamado: "Aprendi o sabor da vida No gosto antigo das sangas Do boi ostentando a canga Ao braço firme do pealo Com a geada ao canto do galo Na hora em que a alma entangue Que percebi que meu sangue É o mesmo do meu cavalo Quando provei dos caminhos em redomões e bolichos Que percebi que meus vícios Eram antigas paisagens Carreiras, truco, linguagens Por fronteiriço e domero Achei um picaço oveiro Igual à mim na paisagem Quando apertei o pelego E arrochei o bocal Oveio negro bagual pras correrias de guerra Olhar imenso que encerra pequenas gotas de sanga Que roubaram das pitangas Genuíno amor pela terra!" Sereno nas serenatas....