Tosando e Lidando
Lisandro Amaral
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Tono:
D O tento aperta e o borrego berraE7 A No carnal do couro que o fogo de chãoD7 É um bate bate de ferro nos veloG Enquanto a pura vai de mão em mãoG Solta pelada que vai tastaviandoE7 A Pelo empedrado que sai do galpãoG D A graxa pinga do quarto na trempeA E a cambona chia no fogo de chão Meu mundo é o campo nunca tive ranchoD E7 A Não esquento banco raro sou mensual Tropeando os cobre pelos corredorD Ajeitando tranco de manso e bagualD7 Já faz tempito que ando nessa vidaG Entre tosa e lida nos fundões de estanciaContinúa después del anuncioE7 A E se aprochega o final da esquilaG D Quero ir pro povo matar minhasA ânsiasD7 D É fim de safra me ajuntei com uns pilaA Vou pra la pra vila direto pras chinasG D Deixo maneado o meu coloradoA Nos fundo do patio da dona DozinaG D Firma no couro o trote da rancheiraE7 A Geme a botoneira floreando com as primaG E amor gaúcho o salão recenteD É um bate coxa quenteA A luz de lamparina na dona DozinaD Adormeci nos braço da mimosaE7 A E com sol já alto quando me acordeiD7 Calcei esporas enfrenei o pingoG Um adeus a linda e a estrada ganheiG Vo de alma leve assoviando num trancoE7 A Pra estancia dos Blanco lá no aceguáG D Arame quincha e serviço de campoA E na outra safra volto pra esquilaD É fim de safra me ajuntei com uns pilaA Vou pra la pra vila direto pras chinaG D Deixo maneado o meu coloradoA Nos fundo do patio da dona dozinaG D Firma no couro o trote da rancheiraE7 A Geme a botoneira floreando com as primaG E amor gaúcho o salão recenteD É um bate coxa quenteA A luz de lamparina na dona dozina