Ano Dois Mil

Liu e Léu

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    O simples poeta que fez estes versos
    Espera que o ano dois mil seja assim
    Que as bênçãos divinas proteja o universo
    E os anjos bailando ao som de um clarim

    Quero ver os homens da terra cantando
    Colando os rostos e os corações
    E Deus nas alturas do céu derramando
    A paz entre os homens, unindo as nações

    O preto e o branco, o velho, a criança
    Ao céu ofertando eterno louvor
    Provando que ainda existe a esperança
    E o mundo dormindo nas mãos do senhor

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    A branca pombinha bebendo na fonte
    O homem enterrando no chão o fuzil
    O Sol despontando no calmo horizonte
    Velinha do bolo do ano dois mil

    Vão ter sobre a terra florestas e ninhos
    E os lírios dos vales jamais vão morrer
    As aves velando os seus filhotinhos
    E o homem aprendendo com as aves viver

    Filhotes humanos terão o direito
    De um dia voarem e seus filhos virão
    Não falte pro homem um teto e um leito
    A terra sagrada não nega seu pão

    Pra que tudo isso de fato aconteça
    Passagem das eras que o homem esperou
    Precisam os gigantes manter a cabeça
    Voltada pra terra que Deus presenteou

    A terra Florida em todos os cantos
    A paz então reina em cada país
    Quero ver os anjos vestidos de branco
    Abrindo a cortina do ano dois mil

    Información de la canción

    Composición: Tião Do Carro y José Caetano Erba

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