Sapatos em Copacabana

Lu Horta

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    Caminharei os meus sapatos em Copacabana
    Atrás de livro algum pra ler no fim-de-semana
    Exercitar aquela velha ótica sartreana
    Vendo o maxixe falso da falsa loira falsa bacana

    O mendigo ensaia o passo lento um carro avança

    Sei que não tenho idade
    Sei que não tenho nome
    Só minha juventude
    O que não é nada mal

    [escreverei os meus sapatos na tua idéia
    escreverei os meus sapatos na tua postura
    escreverei os meus sapatos na tua cara
    escreverei os meus sapatos no teu verbo
    ecreverei os meus sapatos nos teus Copacabana]

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    [scriverò le mie scarpe sulla tua idea
    scriverò le mie scarpe sulla tua postura
    scriverò le mie scarpe sulla tua faccia
    scriverò le mie scarpe sul tuo verbo
    scriverò le mie scarpe sulle tue, Copacabana]

    Regressarei os meus sapatos por Copacabana
    Na mão direita o sangue de uma história italiana
    Escorregar um tango numa casca de banana
    Quando cair só vou lembrar da tua risada sacana

    O polícia esquece a mão suspensa um carro avança

    Sei que não tenho idade
    Sei que não tenho nome
    Só minha juventude
    O que não é nada mal

    [as negras pupilas do verso se dilatam
    os automóveis jorram de um piano]

    [le nere pupille del verso si dilatano
    le automobili scaturiscono da um piano]

    Información de la canción

    Composición: Vitor Ramil

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