Rosa Sem Espinhos

Lucas e Luan

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    Zé simão era um menino pobre
    Era cego já de nascença
    Tinha ódio de ter pouca sorte
    E orgulho de não ter crença
    Filho adotivo de dona rosa
    Cozinheira numa pensão
    Nêga véia tão corajosa
    E no peito só coração

    Ai ai ai
    A gente quando é criança oi lai
    Não tem cor, é tudo irmão

    Toda noite lá no barraco
    Dona rosa explicava ao zé
    Que a sorte não ajuda os fracos
    E que o pobre tem que ter fé
    Mas enquanto rosa resava
    Pedindo á deus solução
    O zé só escumungava
    No inferno da escuridão

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    Ai ai ai
    Milagre não acontece oi lai
    Sem ter fé e sem perdão

    Na noite escura de agosto
    Quem sabe deus cochilou
    Com o travesseiro assassino
    A sua mãe sufocou
    A vida foi se apagando
    Voandonum vagalume
    E dona rosa morreu
    Sem reação, sem queixume

    Ai ai ai
    A rosa depois que morre oi lai
    Ainda dá o seu perfume

    Um doutor aviza o rapaz
    Melhor a gente correr
    Que os olhos da dona rosa
    Ela doou à você
    Zé simão agora já encherga
    Pode até caminhar sozinho
    Mas jamais chegará ao céu
    Só ela sabia o caminho

    Ai ai ai
    A rosa que adota um filho oi lai
    É rosa que não tem espinhos
    Ai ai ai
    A rosa que adota um filho oi lai
    É rosa que não tem espinhos

    Información de la canción

    Composición: Moacyr Franco

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