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    Há quem diga
    Que ele é furada
    Que só ferida mal cicatrizada
    um cigano louco pela alto estrada
    Vozes do silêncio
    Em plena madrugada

    Eu também descrente, servo desse vício
    Antes de provar dos teus armistícios
    Um sorriso calmo, dose de veneno
    Suicídio certo, num chorar sereno

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    Nessa estrada o Violeiro cego
    Tem visto mais coisas que uma luneta
    Mesmo acorrentado pela vil corrente
    Entorpece o corpo e deixa a alma quente

    Información de la canción

    Composición: Lucas Kallango

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