Da Cinza, Eu Me Ergo

Lucio Rodrigues

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    Há dias em que o peito sangra
    E a alma implora pra parar
    Como um vaso que despenca, se estilhaça ao se quebrar
    É quando o chão foge dos pés
    E eu penso que não vou resistir
    Mas mesmo no silêncio e dor eu escolho Te seguir

    O Sol demora, e a noite grita
    Mas eu permaneço aqui
    No fio de fé que resta, eu insisto em Te sentir
    Se a lágrima for alimento
    Eu como pra prosseguir
    Pois até cansado e frágil meu coração quer Te ouvir

    E mesmo sem som, sei que estás comigo
    Mesmo sem luz, sei que és meu abrigo

    Se tudo desabar, eu fico em Ti
    Se o vento balançar, eu não vou cair
    És o Deus que me levanta quando eu não posso andar
    Se a esperança for pequena, Tu farás brotar
    Se minha voz se calar, meu silêncio vai Te adorar
    Sou só pó, mas sou Teu e posso recomeçar

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    Eu já senti o céu calado
    Já caminhei sem direção
    Mas Tua mão invisível segurou meu coração
    E quando tudo era cinza
    Tua promessa era cor
    No breu da madrugada me alcançou Teu amor

    Tu fazes do pó, nova vida nascer
    Do vaso quebrado renascer o viver
    A dor vira chão onde os sonhos florescem
    Teu sopro levanta aqueles que não te esquecem

    Tu fazes do pó, nova vida nascer
    Tu fazes do pó, nova vida nascer

    Se tudo desabar, eu fico em Ti
    Se o vento balançar, eu não vou cair
    Quando eu não puder, Tu me faz levantar
    O deserto é terreno onde a chuva vai chegar
    Se o futuro for silêncio, Tua voz vai chamar
    Sou só pó, mas sou Teu e isso faz recomeçar

    Eu sou pó, mas sou Teu
    E isso basta pra eu viver

    Información de la canción

    Composición: Lúcio Rodrigues de Oliveira

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