D A7 DA7 É num baile de fronteira que a gente pode aprenderD Esse balanço safado de se dançar chamaméE A7 Tem que ter manha no corpo pra sapatear tem que terD Eb E Tranco de sapo baleado e jeitão de jaguaretêE B7 Tudo começou em corrientes num baile veja vocêE Também se orelhava um truco que é um modo de se entreterF# B7 Um ás que sobrou na mesa bastou pra coisa ferverE A cachaça brasileira alguma culpa há de terFº F#m7 Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra verB7 E Deixa que venha no braço pra se entenderE7 A Se o facão marca o compasso deixa correrB7 E Enquanto sobrar um pedaço vamo metê Int.B7 O gaiteiro era buerana não deixou o baile morrerB7 E Parou um valseado de seco e sapecou um chamaméF# B7 Ficou só um casal dançando gritando oiga-le-têE F F# Que por quatro ou cinco tiros não vamos se aborrecerF# C#7 Dançar na ponta da adaga não é tomar tererêF# Tem que cordear pros dois lados fazendo o poncho esconderG# C#7 Daí surgiu esse tranco que foi até o amanhecerF# Quanto mais corria bala melhor ficava pra verGº G#m7 Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra verC#7 F# Deixa que venha no braço pra se entenderF#7 B Se o facão marca o compasso deixa correrC#7 F# Enquanto sobrar um pedaço vamo metêF#7 B C#7 F#
Baile de Fronteira
Luiz Carlos Borges
- A
- A7
- B
- B7
- C#7
- D
- E
- E7
- Eb3
- F
- F#
- F#7
- F#m7
- Fº
- G#
- G#m7
- Gº
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