Redomona, minha gaita querendona
No abre e fecha do fole que vem e vai
Roncos de onça, assovios de ventania
Bater de remos nos remansos do Uruguai
Redomona, minha gaita que se entona
Mesmo que a aba debochada de um chapéu
De um horizonte
Que se encolhe, que se espicha
Trovões e brisas galopando pelo céu
Duas hileiras, oito baixos por parceiros
Galo campeiro nos poleiros das manhãs
Chio de cambona num borralho pura brasa
Do galpão velho retomado a picumã
Minha parceira, companheira de surungo
China Maria, que amacia a minhas penas
Riscando a alma no meu povo queixo duro
Num timbre macho de punhais de nazarenas
Redomona, minha gaita querendona
No abre e fecha do fole que vem e vai
Roncos de onça, assovios de ventania
Bater de remos nos remansos do Uruguai
Redomona, minha gaita que se entona
Mesmo que a aba debochada de um chapéu
De um horizonte
Que se encolhe, que se espicha
Trovões e brisas galopando pelo céu
Duas hileiras, oito baixos por parceiros
Galo campeiro nos poleiros das manhãs
Chio de cambona num borralho pura brasa
Do galpão velho retomado a picumã
Minha parceira, companheira de surungo
China Maria, que amacia a minhas penas
Riscando a alma no meu povo queixo duro
Num timbre macho de punhais de nazarenas