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    Cavalo negro, ginete afoito
    Cruzando a noite, fazendo lenda
    Mistério em parte, porta-estandarte
    De quem comparte noites de ronda

    A chuva fina molhando a crina
    Trai a retina na escuridão
    E a gota clara na crina escura
    Turve a textura de uma ilusão

    Dentro da noite sem pirilampos
    Somente os campos e a chuva fina
    Reminiscências de outras querências
    Chegam com o vento, seguem teatinas

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    Cavalo negro, ginete afoito
    Cruzando a noite, fazendo lenda
    Mistério em parte, porta-estandarte
    De quem comparte noites de ronda

    Num de repente tropéu de guerra
    Que atorou a terra numa explosão
    Ronda fechada que é desmanchada
    No labirinto da escuridão

    Noites de ronda, cavalo negro
    Qual o segredo da solidão
    Se a gota clara na crina escura
    Turve a textura de uma ilusão

    Información de la canción

    Composición: Luiz Carlos Borges

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