Continúa después del anuncio

    Quando o meu astral está esquisito
    É lá no boteco do Benedito
    Que encho a cara e fico bonito
    E pra casa eu vou falando abobrinha

    Mas ontem eu cheguei, a mulher já veio me ofendendo
    E o trem ficou feio, eu fui dar um chute no seu joelho
    Ela desviou, eu perdi o galeio
    E caí de costas lá na cozinha

    Ela desviou, eu me esborrachei
    Mas em seguidinha me levantei
    Mas pensei comigo, é dessa vez
    Que ela vai ver a viola em caco

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    Avancei de novo, mas não deu certo
    Ela saiu fora, eu passei direto
    E carquei a cara lá no concreto
    Não caiu telha e nem o teto
    Mas na parede eu fiz um buraco

    Na parede eu fiquei entalado
    Levando chute por todos os lado
    Sogro e a sogra e meus cunhados
    Quebraram em mim um montão de prato

    E eu com a parede sobre o pescoço
    Eu berrava fino e gemia grosso
    E no fim daquele grande alvoroço
    No corpo inteiro tinha caroço
    E doía até a sola do sapato

    No outro dia eu pedi o desquite
    A mulher falou, você não me irrite
    É bom que você não me facilite
    Cala essa boca e abaixa o rabo

    E eu que conheço a minha mulher
    Sei que ela é dose pra jacaré
    Acho que é melhor eu largar do pé
    É melhor fazer o que ela qué
    Se não qualquer hora eu vou pros quiabo

    Información de la canción

    Composición: Praense y Rui Rosário

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