Intro: F Dm7 F Dm7 F G7 C F Dm7 F Dm7 F G7 C C Solo Intro:e|-3/5--3----3/5--(5-7-8-8/10-8)2 vezes----3/5--3----------- (fazer "tudo" isso duas B|---------1---------------------------------------1--3/5---C Fm C Cada interior que há no olhar da minha genteG7 É um rincão de sombra mansa e de serenoDm7 G7 É o próprio pago com sentidos de crescerFº C Na mesma sina de quem sabe que é pequenoC Fm C É um rancho simples e mais outro lado a ladoG7 Barro de tempos nas paredes sem janelasDm7 G7 E um jeito seu, original em ser moradaFº C C7 Simplicidade e o que a vida deu pra elaF Dm7 O arvoredo, fica ao sul da encruzilhadaG7 C C7 Rumando a estrada que se vai, sem nem notarF Dm7 Que quem um dia ganha um rumo só de idaG7 C C7 Espera um tanto, pra na vida se encontrarF Dm7 Mate cevado, prosa boa, até se encontraG7 C C7 Quando a tarde encarde o céu e a chuva desceF Dm7 Água de longe, fogo escasso pras cambonasG7 C É um, dois mates e depois já se agradeceC Fm C Há uma esperança, no florir das laranjeirasG7 De tempos doces, de esperar mesmo que em vãoDm7 G7 Que a vida boa um dia chegue e desencilheFº C E ajeite um rancho igual a tantos no rincãoC Fm C Não é pecado ser feliz com pouca coisaG7 Quando se quer apenas vida em um pouco másDm7 G7 Pois pra quem vive um dia assim depois o outroFº C C7 O tempo é escasso, pra querer voltar pra trásF Dm7 O arvoredo, fica ao sul da encruzilhadaG7 C C7 Rumando a estrada que se vai, sem nem notarF Dm7 Que quem um dia ganha um rumo só de idaG7 C C7 Espera um tanto, pra na vida se encontrarF Dm7 Mate cevado, prosa boa, até se encontraG7 C C7 Quando a tarde encarde o céu e a chuva desceF Dm7 Água de longe, fogo escasso pras cambonasG7 F Dm7 F Dm7 F G7 C C C É um, dois mates e depois já se agradece
Cada Interior
Luiz Marenco
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