C G7 CG7 C Começo então meu relato, sobre o pago e a gauchadaG7 C Léguas de campo buenaço, indiada força no braço e é crioula a cavalhadaG7 C Canto sem muito floreio esta terra pacholentaG7 Onde se mete o cavalo e qualquer que for o embaloC A todo o tirão se agüenta Bis Int.G7 C Canto pra aqueles que entendem este linguajar campeiroG7 C Que foi parido na pampa e carrega a chucra estampa no cantar deste fronteiroG7 C Tiros de laço em rodeio, apartes paleteadasG7 Pechando o touro no meioC E lidando com a eguada Bis Int.G7 C Fim de semana em bolicho se encontra bochincho grossoG7 C Hay canha, jogo de truco, carreira cancha de ossoG7 C E quem nasceu nesta terra, se destaca entre os outrosG7 Se criou numa mangueiraC Lidando e domando potros Bis Int.G7 C Disse Martim meu patrício encerrando sua históriaG7 C Suspeitem que lhes dou pau saibam que esquecer o mau também é se ter memóriaG7 C Vou terminando meus versos, pois me agrada bem assimG7 C Relatei sobre a fronteira, querência de Dom MartimG7 E vou fechando a porteiraC Que a chamarra chega ao fim Bis Int.
Charla de Fronteira
Luiz Marenco
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