Am E7 AmE7 Estendi de novo o meu olhar de boas vindasAm Até onde essa solidão dava horizonteG7 C Larguei pro campo o meu gateado, lombo suadoF E7 Ando cismado, de alma distante, desde "antonte"Am E7 A voz do fogo falou de novo no meu galpãoAm Mimando a cambona pra um mate novo recém cevadoG7 C Recuerdos meus, desses antigos feito taperaF E7 Am Tavam na espera cuidando um sonho ensimesmadoE7 Am Vai pelo tempo o que a alma sente em dizer nadaE7 Em7(b5) A7 Onde rumo e estrada nem sempre são o mesmo caminho Dm G7 C Bis Tem tanta coisa que além dos olhos nos deixa tristeB7 E7 Que o sonho insiste em achar seu rumo mesmo sozinho Int Dm G7 C F E7 Dm G7 C Bm7(b5) E7 AmE7 Quem sabe a alma desta fronteira vá mais alémAm Porteira aberta pra os rumos tantos que a vida mostraG7 C A vida é assim, nos põe na cruz de uma encruzilhadaE7 Am Pra escolher a estrada e buscar aquilo que mais se gostaG7 G#° C Um dia a sorte reponta todos os cavalos mansosG7 G#° C E um olhar de campo escolhe um bueno pra se encilharE7(Dm) (G7) Am(C) Porque a gente passa a vida inteira por ir embora F (E7) E7(Am) Bis Depois não vê a hora e o quanto é tarde pra se voltarE7 Am E o mesmo olhar de boas vindas vai cuidar ao longeE7 Em7(b5) A7 Nos esperando pra um mate novo, noutra volteada Dm G7 C Bis Depois que o sonho achar seu rumo por sua contaB7 E7 E voltar na ponta, num pingo bueno pra contar a estrada Int Dm G7 C F7(9) E7 Am9
De Boas Vindas
Luiz Marenco
- A7
- Am
- B7
- C
- E7
- Em7(b5)
- F
- G#°
- G7
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