Gm7 Cm7 A mão campeira, que é o fio da facaGm7 Tirando uns tentos, mais ou menos grossosCm7 Cardal pra cima que dormiu na estacaD E acordou com a chaira, fazendo alvoroçoGm7 Cm7 Cada tento forte, desquinado inteiroD Gm7 Pelas mãos de jeito, de paciência e arte(Cm7) Cm7 (Gm7) Só depois com outro é que vai ser guerreiro(D) D (Gm7) Porque ainda solito, num tirão se parte[Estribillo]Gm7 Cm7 Pelas mãos de campo, de dar tironaçosD Gm7 Na perícia antiga, que aprendeu com outrosCm7 D# Já passaram rédeas, barbicachos, laçosD Gm7 E cabrestos fortes que golpearam potrosGm7 Cm7 É quase um romance, entre mãos e tentosD Gm7 Um tento por baixo, outro vai por cimaCm7 D# Vai crescendo o laço, pra cantar nos ventosD Gm7 Numa trança forte, mas com a mesma rimaGm7 Cm7 Vai desde argola, quase doze braçasD Gm7 De corpo parelho pra encontrar a presilhaCm7 Numa armada aberta é quase uma ameaçaD# D Pela mão que firma mais quatro rodilhasGm7 Cm7 Pra tentear o laço e firmar a trançaD Gm7 Num pealo de longe, polvadeira erguida(Cm7) (Gm7) Cm7 Feito um laço novo, tempo corre e cortaD D (Gm7) E quando a argola solta, nos rebenta a vida
Entre Mãos e Tentos
Luiz Marenco
- Cm7
- D
- D#3
- Gm7
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Tono:
- Cm7
- D
- D#3
- Gm7