Estrelas de Chão
Luiz Marenco
- A7
- Bb
- C
- C7
- D
- D7
- D7M
- Dm
- E7
- Eb3
- Em7
- F
- G#7(#11)
- G6
- Gm
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Tono:
G6 Dm A7 D7 Gm Dm E7 A7 Gm C7 F Bb Eb A7 DmA7 O chuvisqueiro da tarde, se foi virando aguaceiroDm Entrou a noite encardida, nas nuvens de pêlo oscoA7 Galopeadita garoa, encharca o poncho campeiroDm D7 G#7(#11) Pingam águas de sombreiros, nestes mangaços de agostoGm A7 D7 G#7(#11) A solidão toma conta, e aperta a chuva guasqueadaGm A7 Para alumbrar madrugadas, nenhuma nesga de luaDm A7 Não se vê uma estrela nua, vir se enfeitar nas aguadasContinúa después del anuncioD Meu pingo fareja estrada, jogo o freio e as cordas cruasA7 (E então tu surge solita, como a flor do pajonalD Como uma estrela bagual que é ninho, pão e candeeiroEm7 A7 E o meu gateado assustado, que facilita e se negaEm7 A7 Dm Nem faz causo das macegas, só pra bombear teu luzeiro) Int C7 F D7 Gm A7 Dm E7 A7 DmA7 Apressa o trote o cavalo, com ganas de galopearDm Não há como sofrenar o queixos de um coraçãoA7 O amarguear do galpão, já sinto adoçando a almaDm D7 G#7(#11) E a tormenta só se acalma junto as estrelas de chãoGm A7 D7 G#7(#11) Amanhã se o vento muda, se vão as nuvens a lo léuGm A7 Voltam as estrelas do céu clareando passos e ranchosDm A7 Mas tu que embaixo das quinchas vistes crescer as melenasD Segue templando morena, a raça bugra dos campos ( )Em7 A7 Bb C D7M Nem faz causo das macegas, só pra bombear teu luzeiro