Gateado Pêlo de Sol
Luiz Marenco
- Bb7
- Eb3
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Tono:
Intr.: Eb Bb7 EbBb7 O gateado apalpou a estrada bufou eEb olhou para o chão BisBb7 Sentiu a pedra graúda quebrar oEb casco da mãoBb7 O andante bateu na estância pediuEb potreiro e galpão Int.Bb7 No cinamomo da frente frouxouEb cinchas e lombilhosBb7 Baixo falava pra dois segredos dosEb andarilhosBb7 Suado o pêlo gateado da lua copiavaEb o brilho Int.Bb7 Nos dias que se vieram encilhouEb pingos de lidaBb7 Tosou chibo apartou boi deixou inté cerca estendidaEb Fez da estância um pastoreio praBb7 rondar a própria vidaContinúa después del anuncioEb Fim de dia lhe esperava cabeça sobre o alambradoBb7 Acariciava o pescoço curava oEb casco quebrado E se a noite era de andar miravam oBb7 campo prateadoBb7 Tarde campeava o galpão com aqueleEb meio segredoBb7 Vinha na soga dos olhos uma ânsiaEb pros pelegosBb7 Buscar na estrada dos sonhos calmaEb pros desassossegos Int.Bb7 Mal se aprumava a manhã e comoEb campeando o rumoBb7 Bombeava o sol destapado que vem doEb campo do fundoBb7 Via no sol seu gateado cruzando emEb volta do mundo Int.Bb7 Se hoje paro ensimesmado vendoEb cruzar sois e luasBb7 E neles a imagem crua do homem eEb seu gateadoBb7 Travada espora de puas pra me levar do seu ladoEb Sempre revejo o andante nestas visagens de infânciaBb7 Me acompanha a ressonância de um coração estradeiroEb Me abriu um caminho inteiro dentro das minhas distânciasBb7 O casco sentou no chão numaEb minguante inverneraBb7 Bateu a terra com a mão caiu geadaEb a benzê-laBb7 Se acendeu contra o oitão brilho deEb argolas e estrelas Int.Bb7 O gateado apalpou a estrada bufou eEb olhou para o chão Bis Int.