Gaudério
Luiz Marenco
- A
- Bm
- C#m4
- D
- E7
- F#m
- G#m4
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Tono:
A Na estância, toda a semanaE7 Campereei de Sol a SolA E, hoje, sábado, com gana Me corto a ver a tiranaE7 Com duas braças de SolA E7 No zaino negro galhardoA Abro o pala em cima da ancaA G#m F#m E7 E a larga bombacha brancaD C#m Bm A Sobre a badana de pardoA E7 Fogoso, o pingo estradeiroA Sabe onde vou e onde vaiA G#m F#m E7 E segue barbeando o freioD C#m Bm A A galopito no másA Nas quebradas e coxilhasContinúa después del anuncioE7 Nas canções das sangas claras Estão pedindo silêncioA Para os rufos do meu lençoE7 E o alvoroço do meu palaA E7 Sobe dos pastos do chãoA De toda quieta a querênciaA G#m F#m E7 Um cheiro fino de essênciaD C#m Bm A Chinoca e manjericãoA Chego enfim à paisanitaE7 Diz-me adeus no pingo mouro Com a graça fina e esquisitaA E7 Que hay na flor do cinamomoA E7 E, no aconchego do ranchoA Dentro da noite invernalA G#m F#m E7 Paira o campeiro perfumeD C#m Bm A Da flor guaxa entre o xircalA E7 Cai geada, o flete relinchaA Tranqueando a soga, arrepiadoA G#m F#m E7 Olho a noite pela frinchaD C#m Bm A Inté o silêncio é geladoA E um frio que ninguém se arrimaE7 Que hay inté noites daquelasA Neve qualhada lá em cimaE7 E na pocita das estrelasA E7 E os nossos peitos amantesA O ar parece que cortaA G#m F#m E7 Como os fogões nos andantesD C#m Bm A Acesos na noite morta
Composición: Aureliano De Figueiredo Pinto y Noel Guarany
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